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Não é nada impessoal

Participar do blogueiro secreto foi muito divertido, mais até do que eu esperava!

Devo dizer que o blog dessa guria me conquistou. De cara já me deparei com a frase: "Quer viver, vive! Chega de passar vontade". Personalidade, gosto disso!

Aí, comecei a olhar os posts dela, todos muito bem escritos, numa linguagem clara e sem meias-voltas. Um misto entre coisas que ela gostava e bem...só isso. Mas vem cá, um blog pessoal precisa de mais? Eu acho que não. Depois de uma não tão breve busca por seus textos, resolvi ver o perfil dessa blogueira fantástica. E me identifiquei muito. Até porque brasileiro que não gosta de sensacionalismo é bem raro hoje em dia.

Cara Yala, esse post é dedicado à você e ao Impessoal, espero que meu texto, embora curto, demonstre o quanto gostei do seu blog e de você também, porque, afinal, seu site é só uma extensão de você mesma e aí reside o que eu chamo de 'blogueiro de verdade'.

Dezenove

Isso aí, hoje faço 19 anos. Entendam que todo ano é a mesma coisa, por alguma razão eu não gosto de falar do meu próprio aniversário, apesar de gostar muito da data em si: 15/01. Para o dia de hoje fico com O Tempo, dos Móveis Coloniais de Acaju.


Enquete

Meu primeiro post do ano é dedicado inteiramente aos meus leitores. Abaixo segue uma enquete sobre o que vocês gostariam de ver no blog.

Ela vai ficar aí até o dia 20 de janeiro. Não se esquecem de comentar o seu voto e o por quê dele.

Tira Dúvidas

Tenho recebido vários e-mails sobre as mesmas perguntas referentes ao blog. Resolvi fazer uma espécie de F.A.Q. pra galera não se perder mais, ok?

1. Você faz Encomendas?
Sim, eu faço! De layouts, ilustrações e edições de foto. Por favor, passe lá no portfolio se estiver interessado.

2. Quanto você cobra pelo layout?
Depende do que você vai querer, mas está na faixa dos $25,00.

3. Faz tema pra Tumblr?
Faço.

4. Onde você hospeda seus arquivos?
Eu hospedo em 3 lugares:
- Photobucket (para imagens);
- Awardspace (para arquivos em geral);
- Blogger (todo o resto).

5. Você usa Cufon? Me Passa o código?
Eu até usava, mas agora to com o Google Web Fonts que é muito mais eficiente. E não vou passar o código, o Awardspace já é bem lento naturalmente.

6. Onde você baixou os psd's/vetores do seu layout?
Eu mesma fiz. Os outros podem ser encontrados nos créditos.

7. Você usa o Illustrator? Me ensina a usar?
Sim. Calma, estou trabalhando nisso!

Aí está. Pretendo fazer isso mais algumas vezes, gostei da ideia de tirar dúvidas direto no post.  Não deixem de enviar suas perguntas, eu estou sempre disposta a ajudar! E, como este é provavelmente o último post do ano, aproveito pra deixar meu carinho à todos os leitores do blog, espero que tenham um ótimas festas, aproveitem pra ficar perto das pessoas que amam e se divirtam muito!

Suburgatory

Bom, o fato é que não tem acontecido nada de interessante na minha vida. Não li nada bom o suficiente pra escrever sobre. Mentira, acabei de terminar Hamlet, mas acho que vai ficar pra outro post. Chega de divagações... Todo mundo sabe, pelo texto passado, que eu não sou muito fã de cidades do interior. E que eu morei uns anos em Sorocaba (SP).
Para mim, Suburgatory é uma espécie de sátira dos 3 anos que morei naquela cidade. Vou deixar claro que não tenho nada contra os sorocabanos, mas o estilo de vida deles é radicalmente diferente do meu.

Criada por Emily Kapnek e lançada nos EUA no dia 28 de setembro de 2011 pela Abc (No Brasil pela Warner), Suburgatory - Como sobreviver ao bairro ideal? Conta a história de Georgie e Tessa Altman, uma família que se muda da agitada Manhattan para o subúrbio tranquilo de Chatswin.
Tudo começa quando Georgie encontra um pacote de camisinhas no quarto da filha adolescente e resolve dar à ela uma vida melhor. Agora Tessa precisa se virar entre os gramados verdes e famílias sorridentes por vezes comparados ao filme 'As Esposas de Stepford' e até mesmo o inferno (agora vocês entederam o nome? suburb + purgatory). Mas ela não está sozinha nessa empreitada. Conta a ajuda de seus colegas nerds, Lisa e Malik, Além da mãe 'diva', Dallas e às vezes de sua filha patricinha, Dalia.

Destaques interessantes

Tessa é vista como lésbica por se vestir de forma mais casual do que as outras meninas. Engraçado é que em Sorocaba eu também era vista como uma por ser uma menina de 12 anos de idade que ainda não tinha namorado com alguém. Como se uma coisa tivesse a ver com a outra, né.

Apesar de terem saído de Manhattan, os Altman são vistos como mais pobres por não terem dinheiro para comprar coisas úteis como uma máquina de fazer raspadinha. Eu era vista como mais pobre por não ter o V3 da moda e cometer a atrocidade de não enfiar meus pais numa dívida pra comprar um.

É o tipo de série que só um bom urbanóide poderia entender a graça, ou talvez não, ela é muito boa pra qualquer um assistir. Fica aí a dica pra quem quer rir sem precisar de piadas de sexo e palavrões.