Bom, o fato é que não tem acontecido nada de interessante na minha vida. Não li nada bom o suficiente pra escrever sobre.
Mentira, acabei de terminar Hamlet, mas acho que vai ficar pra outro post. Chega de divagações... Todo mundo sabe, pelo
texto passado, que eu não sou muito fã de cidades do interior. E que eu morei uns anos em
Sorocaba (SP).
Para mim,
Suburgatory é uma espécie de sátira dos 3 anos que morei naquela cidade. Vou deixar claro que não tenho
nada contra os sorocabanos, mas o estilo de vida deles é radicalmente diferente do meu.

Criada por
Emily Kapnek e lançada nos EUA no dia
28 de setembro de 2011 pela Abc (No Brasil pela Warner),
Suburgatory - Como sobreviver ao bairro ideal? Conta a história de Georgie e Tessa Altman, uma família que se muda da
agitada Manhattan para o
subúrbio tranquilo de Chatswin.
Tudo começa quando Georgie encontra um pacote de camisinhas no quarto da filha adolescente e resolve dar à ela uma
vida melhor. Agora Tessa precisa se virar entre os gramados verdes e famílias sorridentes por vezes comparados ao filme
'As Esposas de Stepford' e até mesmo o
inferno (agora vocês entederam o nome?
suburb + purgatory). Mas ela não está sozinha nessa empreitada. Conta a ajuda de seus colegas nerds, Lisa e Malik, Além da mãe 'diva', Dallas e às vezes de sua filha patricinha, Dalia.
Destaques interessantes
Tessa é vista como
lésbica por se vestir de forma mais casual do que as outras meninas. Engraçado é que em Sorocaba eu também era vista como uma por ser uma menina de 12 anos de idade que ainda
não tinha namorado com alguém. Como se uma coisa tivesse a ver com a outra, né.
Apesar de terem saído de Manhattan, os Altman são vistos como mais pobres por não terem dinheiro para comprar
coisas úteis como uma máquina de fazer raspadinha. Eu era vista como mais pobre por não ter o V3 da moda e
cometer a atrocidade de
não enfiar meus pais numa dívida pra comprar um.
É o tipo de série que só um bom
urbanóide poderia entender a graça, ou talvez não, ela é muito boa pra qualquer um assistir. Fica aí a dica pra quem quer rir sem precisar de piadas de sexo e palavrões.